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Thu, Jul. 21st, 2011, 07:58 am
Festa do Avante! 2011 – Os Artistas da Festa

Os Artistas da Festa

Amor Electro

Mariza Liz, Tiago Pais Dias, Ricardo Vasconcelos e Rui Rechena compõem os Amor Electro, que à Festa vão trazer «grandes canções», como «A Máquina» – o seu single de apresentação, e uma série de temas que fazem parte do panorama musical português, transformando-os em originais, onde se reflectem as suas influências.

www.hmmusica.pt/Amor-Electro

Anzo Lorenzo

«Extraordinário» é como se pode qualificar Anzo Lorenzo que, com a sua técnica e saber, assim como a sua personalidade e carisma, é capaz de tocar e redefinir a própria essência da música. «Tirán», último álbum deste artista, é a consubstanciação do poder transfigurador da música, quando domada e conduzida por um grande intérprete. Gaiteiro reconhecido, Anzo tem colaborado em muitos projectos de fusão, nos quais o jazz, o pop, o rock e o flamengo são elementos, breves mas intensos, com a gaita.

(www.anxolorenzo.com e www.zoumarecords.com)

Bela Nafa

Bela Nafa é uma das grandes surpresas da word music, criada num país de língua oficial portuguesa. Inspirados na música da Guiné-Bissau, esta formação vai buscar aos temas tradicionais da cultura mandinga a sua base de ligação com o continente europeu. A junção da kora, tocada pelo mestre José Braima Galiussá, líder e mentor da banda, com instrumentos modernos resulta numa harmonia muito própria que nos transporta para um clima quente e acolhedor.

braimagalissa.blogspot.com

Budda Power Blues

Esta formação é constituída por um poderoso trio, muito influenciado pela Band of Gypsys, do lendário Jimi Hendrix. Não se trata de um tributo, mas a alma dessa banda está presente em todos os concertos de Budda Power Blues. Jimi Hendrix, BB King, Stevie Wonder, Ray Charles são alguns dos gurus deste trio, que nos vai proporcionar muita energia, improvisação, bluesfunk.

Camané

Um dos fadistas mais aclamados a nível nacional e internacional, com uma rara sensibilidade musical, Camané regressou aos palcos com o álbum «Do amor e dos dias», considerado como um dos melhores discos da sua carreira e um dos mais inovadores do género. Este novo trabalho conta com letras, entre outros, de Manuela de Freitas, Cesário Verde e Alexandre O’Neal, e música de José Mário Branco. Ao vivo, o espectáculo «Do Amor e dos Dias» evoca ainda alguns dos fados maiores do repertório do fadista.

Che Sudaka

São seis músicos originários da Argentina, Colômbia e Catalunha, e têm lugar garantido na cena musical europeia. Apresentarão o seu último álbum, Tudo é possible, vencedor de prémios internacionais, como o melhor álbum de músicas do mundo 2010, atribuído pela Unión Fonográfica Independiente. Os Che Sudaka actuarão na Festa do Avante! depois de um périplo por 109 cidades de 16 países.

www.chesudaka.com

Clã

Os maiores êxitos de sempre conjugados com o novo projecto, Disco Voador, é a base do concerto para todos os públicos, que os Clã levarão à Quinta da Atalaia. Com este espectáculo, o grupo pretende apresentar um laboratório de criação, onde as emoções, os sentimentos e os pontos de vista dos «supernovos», das novas gerações, serão a matriz das canções com características muito variadas.

www.cla.pt

Danças Ocultas

Em fase de celebração da sua carreira internacional, os Danças Ocultas levam à Festa o seu último àlbum, «Alento». O grupo que no ano passado encerrou o mais prestigiado certame internacional dedicado à world music, o Womex, com uma memorável actuação no Konserthuset de Copenhaga, apresenta uma sonoridade de raiz portuguesa misturada com ecos do Oriente, de África e das mais variadas latitudes.

Dead Combo & Royal Orchestra das Caveiras

Este é um espectáculo muito especial. Depois do sucesso da primeira apresentação no Teatro de São Luís, em Lisboa, em 2009, que deu origem a um DVD lançado no ano passado, os Dead Combo e a Real Orchestra  realizaram uma tour nacional para divulgação do trabalho. Às guitarras e contrabaixo dos Dead Combo junta-se a Orchestra das Caveiras composta por piano, sopros e bateria, esta a cargo de Alexandre Frazão.

David Rovics

David Rovics é um cantautor americano, índio, comprometido com os valores da justiça e da paz que elege como temas principais nas suas composições, demonstrando assim as bandeiras fundamentais da sua luta e daquilo em que acredita. Activista da luta antiglobalização e contra a guerra no Iraque, Rovics tem-se assumido frontalmente contra a política de agressão externa dos EUA. Embora a sua música seja distribuída pelos circuitos comerciais, Rovics permite que os seus discos estejam disponíveis gratuitamente , encorajando a sua distribuição gratuita e livre, impedindo que alguns ganhem e tenham proveitos e lucros exorbitantes com o trabalho criativo dos artistas.

davidrovics.com

Expensive soul

Provenientes de Leça da Palmeira, Matosinhos, os Expensive Soul continuam a surpreender, desta vez com um trabalho mais amadurecido, após uma carreira musical iniciada em 1999, de forma independente, com uma auto-edição que os levou à ribalta chamando a atenção de uma grande editora. Consagrados no campo do hip-hop nacional, rimado em português, o seu som é uma simbiose deste estilo musical com o soul, o funk, o rithm’n'blues e o reggae.

Gattamolesta

Vem de Itália e está referenciado como o grupo mais promissor que emergiu na cena folk daquele país nos últimos anos. O seu terceiro álbum – «Czeleste» – é a confirmação de um percurso de criação que sofre influências de muitas tradições musicais e que é responsável por uma sonoridade contagiante e incomum capaz de envolver e despertar emoções.

Sob a liderança do seu fundador, Andrea Gatta (voz e guitarra), compõem ainda o grupo Nicolò Fiorié (contrabaixo), Jader Nonni (percussão) e Luigi Flocco (acordeão). Nos concertos ao vivo juntam-se-lhes os metais de Eusebio Martinelli, Aleksandar Rajkovic e Fabrizio «Biccio» Benevelli.

Júlio Resende International Quartet

Somando-se aos nomes de Laginha, Sassetti ou João Paulo, representantes maiores do piano-jazz português, Júlio Resende atingiu já uma maturidade elevada no nosso panorama jazzístico, revelando-se brilhante instrumentista e imaginativo compositor. Tendo como convidados especiais Perico Sambeat, um dos maiores saxofonistas europeus, e o contrabaixista Matt Penman, viajando até nós expressamente dos EUA – assim aumentando para quarteto o trio original que gravou o terceiro e último álbum do pianista (You Taste Like a Song, 2010, Clean Feed) – esta formação propõe-nos um jazz lírico, devedor do grande classicismo, e ao mesmo tempo livre e agitado, actualíssimo em termos estéticos.

La Chiva Gantiva

Aqui está o grupo que realmente vive para partilhar o seu folclore e o seu entusiasmo contagiante! Os La Chiva Gantiva misturam os ritmos da Cumbia e da salsa com outros ritmos quentes menos conhecidos como a Champeta, Chirimia e Mapalé. Indo beber à riquíssima herança musical colombiana, os La Chiva Gantiva usam instrumentos tradicionais como a Tambura, o Alegre e Maracones. Mas nas suas canções estão também outras influências: um pouco de Funk, jazz, Afro beat e claro, o rock. Desde 2005 que viram a sua aposta ganha pondo toda a gente a dançar nos mais variados festivais por onde passam.

Luísa Rocha

Foi há cerca de um ano que o seu nome saiu de um círculo mais restrito e chegou junto do grande público. Diz que canta desde sempre mas, como profissional, só há uma década é que faz do fado a sua vida. Privilegiados, durante este período, foram os que tiveram ensejo de a ouvir no «Marquês da Sé» e no «Clube de Fado». À Festa do Avante! Luísa Rocha leva um convidado especial, Guilherme Banza, que a acompanhará também à guitarra portuguesa.

L.U.M.E – Lisbon Underground Music Ensemble

Fundada em 2006 pelo pianista e compositor Marco Barroso, a L.U.M.E. insere-se no movimento de renovação da big band no jazz actual, tendo como fonte de inspiração instrumental as formações de jazz clássicas mas distanciando-se destas pela intromissão de ingredientes de outras músicas, como o pop-rock, o funk, o free-jazz ou a música contemporânea. Constituída por 15 dos melhores improvisadores portugueses em diversos contextos musicais, a Lisbon Underground Music Ensemble apresentará na Festa repertório proveniente do seu álbum homónimo editado em finais do ano passado e muito bem acolhido pela crítica.

Marco Rodrigues

Prémio revelação Amália Rodrigues em 2008, o fadista e compositor Marco Rodrigues tem em «Tantas Lisboas» o seu mais recente trabalho, depois do sucesso alcançado com «Fados da Tristeza Alegre», lançado em 2006.

No mais recente álbum, editado em Setembro de 2010, Marco Rodrigues cruza clássicos bem conhecidos com temas originais resultantes de colaborações com Carlos do Carmo, Boss AC ou Mafalda Arnauth.

www.myspace.com/marcorodrigues

www.universalmusic.pt/player.php?id=22e5efd2-cc9a-4a12-b031-ce23e0e3beec

Maria Anadon Quinteto

Uma das vozes mais talentosas e versáteis do jazz cantado em português, Maria Anadon faz-se acompanhar no espectáculo que traz à Festa do Avante! por Victor Zamora (piano), Nelson Cascais (contrabaixo), Marcelo Araújo (bateria), Gonçalo Sousa (harmónica).

Depois do sucesso alcançado o ano passado com o álbum «Smile», Maria Anadon e o entusiástico Latin Quartet propõem uma viagem do cancioneiro norte-americano pelos quentes ritmos latinos.

Mayra Andrade

De regresso a Portugal para actuar na Festa do Avante!, a jovem cabo-verdiana Mayra Andrade apresenta-se envolvida por um registo mais acústico que lhe permite mergulhar nas suas raízes culturais, prometendo não apenas uma viagem pelos momentos mais altos da sua carreira mas também algumas surpresas que, certamente, vão ficar na memória de todos os que tiverem o privilégio de assistir ao seu concerto.

Mosto

César Silveira (piano), Paulo Ribeiro (voz) e Carlos Arruda (voz) fundaram em 2010 o grupo de música popular dedicado à recolha e recriação das modas tradicionais alentejanas. Do repertório do grupo destacam-se ainda composições originais em colaboração com destacados autores no panorama da música de raiz tradicional, tais como Amélia Muge ou João Monge.

Resgatar a tradição oral do Baixo Alentejo e a sua identidade em permanente construção é a proposta dos Mosto no espectáculo que levam à Festa do Avante!.

Pé na Terra

Fruto de cinco anos de carreira, o segundo disco dos Pé na Terra, intitulado «13», regista as experiências, viagens e aventuras acumuladas pela banda que conquistou o seu espaço no panorama da nova música tradicional.

Os temas tradicionais e as composições originais fundidas com géneros musicais como o rock, e a transformação de cada concerto numa festa são as marcas distintivas capazes de conquistar o público.

http://www.myspace.com/heptapt

http://www.hepta.com.pt

4uatro Sul e convidados

Coral de Serpa e Rui Júnior

Quatro músicos e cantores com diversas experiências vividas no seio dos instrumentos e cantos tradicionais juntam-se num projecto musical que parte do cante alentejano, indo ao encontro de músicas de outros povos do Sul da Europa. O objectivo é criar bons ambientes, boas acústicas, espaços onde a espiritualidade e a alegria possam conviver e ser partilhadas por grupo e espectadores/ouvintes em comunhão.

Quempallou

O grupo folk Quempallou celebra os seus onze anos de vida com a edição de um «Best» das suas composições. Cinco músicas de cada um dos seus discos constituem a compilação que traduz o espírito e a evolução do grupo.

Ao longo do seu percurso, esta formação galega actuou nos mais importantes festivais folk da Galiza (Ortigueira, Pardiñas, O Morrazo…), e marcou presença em diversos eventos da Península.

Ritinha Lobo

Ritinha Lobo é natural da Ilha do Sal em Cabo-Verde e vem de uma família de músicos, em que se destaca o trovador Ildo Lobo, seu tio. Em 1999 recebeu uma bolsa de estudos para estudar música/canto no Teatro São Carlos, em Lisboa. O seu espectáculo a solo é uma abordagem aos vários géneros musicais dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, mas também de alguma da aclamada Música Popular Brasileira.

Sean Riley & The Slowrider

Para sua estreia na Festa do Avante!, Sean Riley & The Slowriders prepararam a apresentação do seu terceiro disco de originais «It’s Been a Long Night». Depois da estreia auspiciosa com «Farewell» (2007) e da confirmação com «Only Time Will Tell» (2009), eis que Sean Riley e companheiros nos presenteiam com 11 novas canções, em que dão mais um passo para a afirmação desta banda nascida em Coimbra e Leiria.

Sérgio Godinho

No ano em que se comemoram os 40 anos sobre a edição do seu primeiro registo discográfico – «Os Sobreviventes» – Sérgio Godinho regressa com o seu novo disco. O Auditório 1.º de Maio terá a oportunidade de escutar em primeira-mão as palavras e os sons do novo trabalho discográfico com edição marcada para o início de Setembro. No palco, as novas e as outras… sempre actuais ou não fosse Sérgio Godinho o escritor de canções.

Susana Santos Silva Quinteto

A jovem e talentosa trompetista Susana Santos Silva, natural do Porto, dá-nos a conhecer o repertório de Devil’s Dress, o seu primeiro álbum gravado no ano passado para a TOAP (editora independente portuguesa). Este projecto, que dá forma às suas composições originais, reúne músicos que a inspiram na busca de novos desafios e novas concepções artísticas. Fruto de um percurso musical diverso que deambula entre o erudito, o jazz e a música improvisada e experimental, as suas composições reclamam uma partilha incondicional e uma interacção vibrante e enriquecedora com os outros músicos em palco. Enquanto experimentação, a viagem é de descoberta e entrega ao desconhecido.

Terrakota

Assumidamente conotado com a multiculturalidade de Lisboa e com a música mestiça e de fusão, Terrakota foi semente plantada no Burkina Faso, em 1999, germinou em território português e tem dado frutos mundo fora, nos palcos mais importantes da world music. O grupo foi nomeado para os Songlines World Music Awards 2011. No álbum World Massala viaja pelo Rajasthan, Angola, Índia clássica, Cuba, Cabo Verde.

The Happy Mothers

Fundado no Porto em 2008, The Happy Mothers apresenta-se como uma banda que encarna o espírito e tradição do rock ‘n’ roll e que tem atraído uma vasta legião de fãs, com concertos incendiários por todo o País. Temas como Bang Bang Bangou So Sick terão sido dos mais rodados em 2010 na Internet. O grupo prepara o lançamento de um novo álbum, ainda em 2011, no qual promete abrir uma nova era da música rockfeita em Portugal.

The Poppers

A partir dos Olivais, em Lisboa, The Poppers venceram o Festival de Corroios de 2005 e daí seguiram para o primeiro álbum, Boys Keep Swinging, em 2006, e para um rol de concertos em Portugal e Espanha. Dizem-se praticantes de um rock ‘n’ roll bem definido e animado, influenciado por Rolling Stones, The Who ou Small Faces. Up With Lust é o seu novo álbum de originais, apontado à reinvenção do rock ‘n’ roll, fugindo a catálogos.

The Underdogs

Em 2010, em Aveiro, The Underdogs começaram uma viagem por rocksoulblues. Em Abril de 2011, colocaram rock puro e duro no EP de estreia, Silence. Em Junho entraram nosNovos Talentos Fnac, com She is la. Aceitam como referências o início dos Stones e o Dylan da fase eléctrica, os anos 60 e as décadas seguintes, The Gun Club e BRMC. Mas preferem exibir nervo genuíno e identidade própria.

www.myspace.com/theunderdogsworld

Tim e Companheiros de Aventura

Depois de no ano passado ter encerrado a Festa do Avante!, o vocalista e baixista dos Xutos regressa à Atalaia com os seus Companheiros de Aventura, desta vez com um espectáculo mais intimista e próximo do público. Com um repertório variado, passando por temas originais a versões de outros compositores, Tim e Companheiros de Aventura é uma viagem pelo que melhor tem a música feita em Portugal.

www.myspace.com/timasolo

Trovante – 35 Anos

Dificilmente se encontrará um palco mais apropriado para a celebração dos 35 anos do Trovante do que a Festa. Vinte anos depois da sua dissolução, aquele que foi um dos mais importantes e inovadores conjuntos musicais portugueses regressa à Festa onde tantas vezes actuaram e que tanto lhes deu – e, sejamos justos, a quem tanto deram. Será uma oportunidade ímpar para ouvir ao vivo canções que merecidamente se tornaram imortais.

Virgem Suta

Ao contrário da maioria das bandas da actualidade, osVirgem Suta não foram descobertos através do Myspace nem se serviram dos mais modernos meios para conquistar os fãs. Valeram-se, sim, de duas guitarras, da voz, da ousadia das suas canções e da persistência que os levou a percorrer várias vezes o País de Norte a Sul – a mesma que demonstraram na produção do seu disco de estreia, na qual contaram com o apoio de Hélder Gonçalves, dos Clã.

www.myspace.com/virgemsuta

X – Wife

Lançado o seu quarto álbum de originais, Infectious Affectional, os X-Wife voltam à música capaz de alimentar a pista de dança. Carregado de elementos da herança Discocruzados de forma irrepreensível com a sua leitura única do universo do pós-punk, o álbum mostra-nos uns X-Wife na sua melhor forma. Keep on Dancing é o primeiro single e o aperitivo perfeito desta nova colecção de canções fortes e incisivas.

x-wife.net

Xutos & Pontapés

Após terem festejado 30 anos de carreira num espectáculo memorável no Estádio do Restelo, os Xutos & Pontapéscontinuam na estrada a contagiar o público com a sua energia inesgotável. Enquanto Tim, Kalu, João Cabeleira, Gui e Zé Pedro estiverem em palco arrastarão sempre gerações de pais e filhos que, de braços cruzados em X, fazem de cada concerto uma festa, ao celebrarem canções que se tornaram verdadeiros hinos.

www.xutos.pt

Mais informações em http://www.festadoavante.pcp.pt/

EPs (Entradas Permanentes) à venda nos Centros de Trabalho do PCP ou ep@ebserver.org – €20 até dia 1 de Setembro, €30 nos dias da festa

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Thu, Jun. 9th, 2011, 02:31 pm
Santos Populares à moda do Adufe

De 9 a 13 de Junho, depois das 20h

[mapa]

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Tue, Oct. 12th, 2010, 10:21 pm
Colocação de Projector

Depois de várias variações sobre a forma como coloco o meu projector no tecto, deixo vos aqui algumas fotos de como pus da ultima vez. Embora continue sem ser muito prático retirar e voltar a colocar o projector, penso que a estabilidade é óptima, assim como a capacidade de afinação, distancia do tecto (as soluções comerciais deixam sempre muito espaço e tenho um tecto baixo), e acima de tudo : o preço.

Esquema:

Os “X” exteriores correspondem aos parafusos do tecto, e os “X” interiores aos do projector.

O material escolhido para esta placa deve ser : fino, não inflamável e duro (não deve dobrar muito/nada). Sinceramente não sei o nome do material que acabei por escolher, embora me pareça que o ideal fosse optar por alguma espécie de acrílico.

Devem-se fazer com que os furos do tecto correspondam exactamente aos da placa – no meu caso, optei por furar tecto e placa ao mesmo tempo (tenho tecto falso).

Por ter tecto falso optei por parafusos próprios para o efeito, cada tecto requer um tipo de parafuso e possivelmente buchas diferentes. Se procurarem em qualquer AKI ou parecido, facilmente encontrarão o mais adequado.

Fotos antes da colocação:

Depois da colocação:

Depois de tudo apertado e ajustado:

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Tue, Jul. 20th, 2010, 03:22 pm
Festa do Avante! 2010 – Os Artistas da Festa

A Naifa
A vontade de continuar sobrepôs-se à dor da perda e uma nova Naifa nasceu no espectáculo de homenagem a João Aguardela no CCB. Com Luís Varatojo, Sandra Baptista no baixo e Samuel Palitos na bateria, a semente deixada pelo João foi lançada de novo à terra e volta a dar frutos. O trabalho dum grupo marcado pela criação de um repertório totalmente original.
http://www.anaifa.com/

Abrunhosa & Comité Caviar
Três anos depois de «Luz», Pedro Abrunhosa regressa – e parte para longe! Um disco que corresponde à sua necessidade de mudança e de quebrar rotinas. Vieram João Bessa e o Comité Caviar (teclados e órgão, guitarras, baixo, bateria e percussão, piano e coros).
Mudou ainda mais no som: jazz, funky de raízes fundas, lado a lado com os seus mestres na canção europeia, tudo acrescenta com o som do rock de tónica americana e, sobretudo – qualidade.
http://www.abrunhosa.com
http://www.myspace.com/abrunhosa

Adriana
Adriana, formada no Conservatório com apenas 16 anos, não parou de aprender. Universidade em Lisboa, experiência em Paris e uma bolsa para Boston. Na América formou-se com distinção e, depois, o que realmente importava: a escrita, íntima, pessoal, cuidada. Lança o seu álbum de estreia. Faz quase tudo: canta e toca, mas também assina as letras, as composições e os arranjos. Em palco, ainda se revela mais: a expressão viva de um corpo que também canta.
http://www.adriana.com.pt

Ana Laíns
Ana Laíns construiu-se nos concursos da televisão, da rádio, nas colectividades. Em 1999 sagrou-se vencedora da Grande Noite do Fado. Depois, os Casinos, Estoril, Figueira, Espinho, Póvoa. E também musicais. Na bagagem de todas essas viagens – estava o piano: «Tem estado sempre presente na minha vida. Mas a música portuguesa sempre foi a maior paixão, o Fado, a música tradicional. Adoro a liberdade de poder cantá-los acompanhada apenas pelo piano.”
http://www.myspace.com/analains

António Chaínho
com Isabel de Noronha e Pedro Moutinho

O reconhecimento internacional das suas sempre surpreendentes apresentações, levam António Chaínho a ser considerado entre os melhores 50 instrumentistas da world music pela revista Songlines. Depois do Brasil e de África, a guitarra portuguesa do Mestre António Chainho viaja até à Índia. Em LISGOA, o projecto que nasceu desta viagem, o desafio é surpreender novamente o público, ligando à guitarra portuguesa sonoridades de instrumentos indianos reunindo diversos músicos em palco e a que se junta uma segunda parte dedicada ao Fado com as vozes de Isabel Noronha e Pedro Moutinho,
http://www.antoniochainho.com

Baile Popular
“Eu e o João Monge somos amigos de infância. Desta vez fomos directamente à fonte das palavras. O Povo Alentejano tem um cantar único e próprio que define um país único. A paisagem do sul cruza-se neste Baile Popular com universos que vão desde o Nordeste brasileiro, até à roulotte estacionada algures no deserto americano. O Zé Emídio, o Luís Espinho, o Paulo Ribeiro, o João Paulo são as vozes, o Mário Delgado, o Alexandre Frazão, o Miguel Amado e eu,  armamos o resto do baile. Peguem na mão de quem amam  e venham. Dancemos e cantemos este Baile Popular.” João Gil
http://www.myspace.com/bailepopular

Bernardo Sassetti Trio
“Muito do que hoje sei devo-o a este trio, ao Carlos Barretto – irreverente como poucos, sempre em constante diálogo com os outros, “astrológico” – e ao Alexandre Frazão – simultaneamente pela força e subtileza das sonoridades da sua bateria e pela energia que dá à dinâmica deste trio.
Conhecemo-nos bem.” Bernardo Sassetti
http://www.oncproducoes/sassetti

Brigada Victor Jara
“Quando aconteceu a primeira Festa do Avante! a Brigada Victor Jara lançava, já, vozes e instrumentos. O nosso primeiro Palco foi levantado no Jamor por mãos militantes, as mesmas que fazem o Partido. Estávamos em 1977 e, desde então, foram raros os Setembros em que não marcámos encontro. A Brigada considera cada ano a Festa a data de um calendário novo, herdeiro das velhas tradições festivas populares. É o momento em que o Verão se despede e a luta reacende desejos de um mundo melhor.” Manuel Rocha
http://www.brigadavictorjara.pt

Bunnyranch
Os Bunnyranch surgem no ano de 2001 em Coimbra e lançam o primeiro registo discográfico em 2002. Em 2004, o primeiro longa duração, uma digressão nacional. Em 2005 representam Portugal no Eurosonic, na Holanda, e vão a Espanha, França e Grã-Bretanha. No ano seguinte, a banda é alvo do galardoado documentário Rockumentário, de Sandra Castiço. Em Fevereiro de 2010 editam o seu mais recente álbum If you missed the last train.
http://www.bunnyranch.com

CACIQUE’97
De Portugal e Moçambique, CACIQUE’97 é um colectivo de afrobeat dez músicos de conhecidos bandas funk, reggae e afro. Uma banda sonora global, dos novos tempos, sem perder o lado reivindicativo e de promoção da consciência social característica do afrobeat. Recentemente lançaram o seu segundo videoclip,  Sr.Diplomata, e têm a agenda preenchida com concertos e festivais na área do world music .
http://www.myspace.com/cacique97

Camba Tango
Fundado em 2006, em Buenos Aires, este novo grupo de tango depressa se destacou na cena musical argentina, brindado com os prémios Carlos Gardel. Tocaram no Centro de Convenções do Parque Norte, tal como nas milongas mais populares milongas porteñas. Em 2007 encerram o Festival “A Guitarra: da Renascença ao Rock” e, em 2009, realizaram uma tournée pelo Japão, Singapura e Tailândia. A sua digressão europeia de 2010 conta, com o apoio do governo argentino no âmbito de um prémio pela divulgação do tango.
http://www.cambatango.com
http://www.mysapace.com/cambatango

Catarina dos Santos
Catarina dos Santos nasceu no Barreiro, em 1977. Desde pequena viveu a música portuguesa, de Angola, Cabo Verde, do Brasil. Estuda Pintura e Cerâmica na Universidade de Lisboa, música no Conservatório, jazz no Hot. Prossegue nos Estados Unidos e no Brasil onde grava os seus primeiros discos. Faz um trabalho de pesquisa no Nordeste do Brasil. Em Agosto de 2009 lança o Balanço do Mar em Lisboa e é convidada para participar no CCB ao lado de Seun Kuti e Branford Marsalis. Catarina vive entre Nova Iorque, Recife, Brasil e Lisboa.
http://www.myspace.com/catarinadossantos

Claud
Claud iniciou a sua carreira a solo em 2006 com o Contradições, a que se seguiu Pensamento, ambos considerados disco Antena 1. O cruzamento entre os instrumentos tradicionais como a braguesa, a gaita de foles, o adufe as caixas, com os sons tecnológicos e a voz grave e quente de Claud, dão uma cor inconfundível a uma presença diferente.
http://www.claudmusic.com

Dany Silva e Celina Pereira
Nascido na Cidade da Praia, Dany Silva vive em Portugal desde 1961. A música acabou por triunfar sobre o engenheiro agrário e deu um dos mais relevantes músicos da cena cabo-verdeano. Com uma vasta discografia e um longo historial de colaboração com músicos portugueses, largamente contribuiu para o encontro entre as duas sonoridades, traduzido no recente lançamento de dois novos álbuns.

Celina Pereira igualmente se fixou em Portugal há vários anos, mantendo um empenho particular na preservação das antigas tradições musicais e poéticas cabo-verdeanas em risco de desaparecimento (o seu último trabalho é pensado para a área da educação intercultural e resulta de um extenso trabalho de investigação).
http://www.danysilva.com
http://www.celinapereira.com

Dazkarieh
Após um caminho de dez anos de vida, os Dazkarieh conseguiram criar um som inconfundível. É o som do passado pelos instrumentos antigos e acústicos e é o som do presente que se ecoa quando se transforma em distorção pura. É a tradição portuguesa, mas também uma tradição dos nossos dias que provocam uma explosão sonora, ainda que plena de intimismo.
http://www.myspace.com/dazkarieh

Demian Cabaud Quarteto com Leo Genovese
O mais recente CD do contrabaixista Demian Cabaud, Ruínas, mostra-nos várias facetas deste músico argentino, que vindo dos EUA há já 5 anos, se integrou com naturalidade na cena jazzística portuguesa. Este grupo, um quarteto sem instrumento harmónico, interpretará melodias escritas por Demian completando-se com a presença em algumas das faixas do pianista Leo Genovese.
http://www.myspace.com/demiancabaud

Deolinda
E surgiu a Deolinda, que é fictícia. Até certo ponto, embora por vezes ganhe corpo e assuma a forma da cantora Ana Bacalhau. Hoje em dia já seria fútil evocar o entusiasmo que o quarteto da cantatriz Ana, das guitarras dos irmãos Martins e do contrabaixista Zé Pedro Leitão suscitaram antes e depois da publicação do primeiro álbum, Canção ao lado. Passaram-se dois anos. Ultrapassaram as salas pequenas, as salas maiores, concertos, festivais, multidões ao ar livre. E a seguir para os teatros, rádios e televisões de outros países.
http://www.deolinda.com.pt/

Diabo na Cruz
Diabo na Cruz faz a ponte entre duas margens que viveram separadas: música moderna portuguesa e música popular portuguesa. Cinco músicos com temas que são do mais fresco e entusiasmante que se fez por cá nos últimos anos. Os Diabo na Cruz recuaram ao tempo em que a música tradicional era rainha e juntaram-lhe a atitude do século XXI.
http://www.myspace.com/diabonacruz

Dias da Raiva
Os Dias da Raiva fazem parte de uma série de bandas com relevância em Portugal de há mais de uma década. O que une este cinco elementos nesta espécie de “super grupo” é uma urgência na música e nas palavras: “Vamos despojar-nos de tudo o que é supérfluo para nos concentrarmos apenas na força da energia pura rápida curta e sem vírgulas. Bem vindos aos dias de raiva”.
http://www.myspace.com/osdiasdaraiva

Eina
Uma palavra de ressonância obreira, EINA (ferramenta, em catalão) é o nome que os membros dos Inadaptats escolheram para uma nova fase: “Aqueles que pensavam que a idade é o antídoto para o pensamento revolucionário escrevem – enganaram-se connosco. Voltamos com as intenções mais subversivas do que nunca, com o explosivo mais eficaz: os livros”. E A Arte da Guerra é o titulo do primero álbum, baseado na obra célebre do teórico militar chinês Sun Tzu. Para adaptação musical, os EINA gravaram catorze temas. Um CD-Livro e um espectáculo com Sun-Tzu, mas agora ao som do metal, do hip-hop e do punk da era Inadaptats.
http://www.myspace.com/einaappcc

Expensive Soul
Passaram-se quatro anos desde “Alma Cara” e o amadurecimento estético é notório no 3º disco dos Expensive Soul. O single de avanço, O Amor É Mágico, tomou rapidamente de assalto as principais rádios portuguesas e renovou o interesse do público. O título “Utopia” tem tudo a ver com as canções já que segundo os autores “relatam um mundo nosso ou imaginado por nós para atingirmos a perfeição. Utopia, né?!”
http://www.expensivesoul.com/

La Rumbé
La Rumbé nasce do underground barcelonês em 2003. É um grupo poeticamente transgressor, que junta de maneira natural a rumba, o rock, as músicas tradicionais. Seis anos tocando, nos quais abriram concertos de lendas vivas como Los Patriarcas de la Rumba, em salas como L’Auditori ou Luz de Gas em Barcelona, Sala Sol,  ou Boca del Lobo em Madrid. Em festivais em Espanha e Itália. Também tocaram na prisão de La Trinitat, em Barcelona. Em Itália e na Suécia. Desde Janeiro de 2008, a Fratelos Tour levou-os a mais de 90 sítios em toda a Espanha – e chegaram a Lisboa!
http://www.myspace.com/larumbe

Luísa Basto
Luísa Basto celebra “40 anos a cantar o Povo e a Liberdade”. Nasceu no Alentejo, em Vale de Vargo, à beira de Serpa. Estudou canto e música, licenciando-se em 1973 no Instituto Musical Pedagógico do Estado em Moscovo. Regista canções com palavras de nomes como Eugénio de Andrade, José Gomes Ferreira, Manuel da Fonseca, Ary dos Santos, Florbela Espanca. O seu trabalho discográfico “Alentejo” é um hino de amor à terra e suas gentes. O seu último CD com poemas de António Henrique inclui temas musicais de João Fernando (autor/compositor de eleição de Luísa), José Alberto, Manuel Gomes e Fernando Gomes. Luísa Basto estará na Festa do Avante! acompanhada pela Big Band Loureiros e Grupo Scala.

Monte Lunai
Os Monte Lunai lançaram em 2009 o álbum In Temporal com excelente acolhimento. É um disco feito por músicos muito diferentes, pegando em tradições de diversos países, transformando sonoridades actuais e muito próprias. Constituído por instrumentos pouco comuns, o grupo dedica-se à revitalização de temas e danças de diversas regiões do mundo: a música francesa, alemã, portuguesa, irlandesa, grega, bretã, galega entre outras!
http://www.montelunai.com

MUXIMA
Janita, Filipa Pais, Ritinha Lobo, Yami

Muxima é o nome que dá vida ao álbum de homenagem ao Duo Ouro Negro e que assinala os 50 anos do seu início, um dos projectos musicais mais carismáticos da década de 60 em Portugal. Hoje, são quatro músicos lusófonos: os portugueses Janita Salomé e Filipa Pais, bem como a cabo-verdiana Ritinha Lobo e o angolano Yami, os quais emprestam as suas vozes aos mais emblemáticos temas dos Duo Ouro Negro. O nome surge exactamente porque muxima é a palavra angolana para “coração”, e as músicas dos Duo Ouro Negro estão guardadas no coração de muitos portugueses.
http://www.musica.iol.pt/muxima/

Orquestra de Jazz de Matosinhos
com Kurt Rosenwinkel

O guitarrista norte-americano Kurt Rosenwinkel é o solista convidado da Orquestra Jazz de Matosinhos (OJM) no concerto da Festa do Avante!. Rosenwinkel é tido como um seguidor de músicos como Metheny ou Scofield, mas conseguiu já impor a sua linguagem própria. Com este concerto, a OJM reforça a aposta na política de ligação a grandes instrumentistas, com quem partilha projectos que têm trazido a Portugal nomes como Chris Cheek, Lee Konitz, Dee Dee Bridgewater ou a compositora Maria Schneider.
http://www.ojm.pt

Peste & Sida
Os Peste & Sida iniciam a sua carreira em 1986. Em 1991, o grupo começou a a ter uma actividade paralela sob o nome de Despe e Siga e em 95 dá-se a separação. Um dos fundadores, João San Payo,  convicto de que os Peste & Sida têm futuro, passou à reconstrução. Em Outubro de 2002, a Universal lança a compilação A Verdadeira História dos Peste & Sida e em 2003 concretiza-se a reactivação com um espectáculo que esgota a lotação do Santiago Alquimista. Em 2004 sai o quinto álbum dos Peste & Sida com o título Tóxico. A banda tem novidades, os espectáculos sucedem-se e reafirma-se com o grande grupo punk da cena portuguesa.
http://www.myspace.com/pestesida

Ricardo Pinheiro Sexteto
Neste concerto, que conta com a participação de Mário Laginha, João Paulo Esteves da Silva, Alexandre Frazão, Demian Cabaud e Pedro Moreira, o Sexteto do guitarrista Ricardo Pinheiro irá apresentar ao vivo o disco Open Letter. Composto por música e arranjos da autoria do guitarrista, este trabalho combina todo um conjunto de influências que se funde na perfeição com a personalidade dos músicos envolvidos.
http://www.myspace.com/ricardofutrepinheiro

Roberto Pla All Stars
Roberto Pla – o «Rei dos timbales» – nascido em Barranquilla, na Colômbia, transformou-se numa lenda entre os percussionistas do seu país, o que acabou por o integrar na famosa La Tradición, que o traz para Europa em 1987, fixando-se em Londres onde se transforma num verdadeiro «guru» do som latino-americano no Velho Continente. Participa em numerosas gravações, bandas sonoras e montagens teatrais, com Joe  Strummer ou Kate Bush. A sua formação habitual, os All Stars Latin Ensemble ­ (com o qual se apresentará na Festa) inclui seis percussionistas, quatro sopros, teclados e dança.
http://www.roberto-pla


Sebastião Antunes e Quadrilha

A Quadrilha liderada por Sebastião Antunes vai na Festa viajar ao longo dos seus seis CDs. Este o concerto que será como habitualmente efusivo, interventivo e com uma energia contagiante. Mas não só. Depois de décadas a liderar projectos colectivos, eis que este músico surge também a solo: Cá Dentro… Sebastião Antunes tece este casulo de música do qual se soltam doze canções que têm de ser ouvidas.
http://www.quadrilha.net/

Stonebones & Badspaghetti
Os Stonebones & Badspaghetti são a única banda de bluegrass em Portugal. Nasceram no início de 2009, como consequência de sessões improvisadas em casa de Bryan Marovich, estudante americano que vivia em Portugal e entusiasta deste estilo de música da América popular das montanhas Apalaches. Cedo construíram um forte núcleo de fans ao qual se juntam outros músicos, hoje uma banda única no panorama nacional.
http://www.myspace.com/stonebonesandbadspaghetti

The Flawed Cowboys
Vieram da Nova Zelândia, da Austrália e da Irlanda. Tocam tudo o que faz da música irlandesa, galesa, norte-americana um padrão da qualidade e da sensibilidade dos instrumentos acústicos, do banjo à harmónica, do contra-baixo ao dobro. Mick Daly, Frankie Lane, Chad Dughi e Damian Evans também cantam, com aquela harmonia vocal que não se sabe se nasce dos instrumentos ou são eles que dela nascem. E que se ouve na Irlanda, nos Apalaches – na Festa.
http://www.nodepression.com/profile/ChadDughi

http://www.myspace.com/frankielaneireland

Tim e Companheiros de Aventura
No seu novo espectáculo Tim apresenta para além dos seus originais belíssimas canções de outros compositores compostas e partilhadas pelos seus Companheiros de Aventura: Rui Veloso, Mário Laginha, Celeste Rodrigues e Vitorino estão presentes em palco, em temas únicos e inesquecíveis. Uma Festa! Este CD é o registo dos encontros casuais de Tim com alguns convidados muito especiais na Fábrica do Braço de Prata e no Museu do Oriente. Noites inesquecíveis, Companheiros de Aventura é a junção de várias correntes e gerações, a sensibilidade e a segurança de cada um dos convidados, uma mistura fina e poderosa. Companheiros de Aventura é um trabalho de amor, amizade, partilha e muita aventura.
http://www.musica.iol/timcompanheiros-deaventuras

Tornados
Os Tornados, uma das mais desconcertantes bandas a surgirem do panorama nacional. Agora que, definitivamente, se assumem com a definitiva designação, actualizam o rock’n’roll e o surf da década de 60. Twist do Contrabando, editado em 2009, foi só  um dos 10 melhores álbuns do ano da revista Blitz.
http://www.myspace.com/ostornados

Us &Them
A Festa do Avante! terá este ano, o prazer de saborear rock‘n’roll ao som duma banda entusiasmante e plena de energia que – como tantos outros grandes grupos nacionais – chega do Norte: os Us & Them. Com o seu primeiro EP lançado no início de 2010, Highway 19, assume as influências dos tempos áureos do rock.
http://www.myspace.com/usnthemband

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Mon, Jun. 28th, 2010, 11:46 pm
Miradouro de Nossa Senhora do Monte

Hey, That's No Way To Say Goodbye

Hey, That's No Way To Say Goodbye Boa Viagem - Lisboa espera por ti

I loved you in the morning, our kisses deep and warm,
your hair upon the pillow like a sleepy golden storm,
yes, many loved before us, I know that we are not new,
in city and in forest they smiled like me and you,
but now it’s come to distances and both of us must try,
your eyes are soft with sorrow,
Hey, that’s no way to say goodbye.

I’m not looking for another as I wander in my time,
walk me to the corner, our steps will always rhyme
you know my love goes with you as your love stays with me,
it’s just the way it changes, like the shoreline and the sea,
but let’s not talk of love or chains and things we can’t untie,
your eyes are soft with sorrow,
Hey, that’s no way to say goodbye.

I loved you in the morning, our kisses deep and warm,
your hair upon the pillow like a sleepy golden storm,
yes many loved before us, I know that we are not new,
in city and in forest they smiled like me and you,
but let’s not talk of love or chains and things we can’t untie,
your eyes are soft with sorrow,
Hey, that’s no way to say goodbye.

www.youtube.com/watch?v=jexNsBjz1r8

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Fri, Jun. 18th, 2010, 05:46 pm
PCP Marcha Lisboa – junta mais de 5 000 contra o desastre económico e social

No desfile do PCP em Lisboa, contra as injustiças e o desastre económico e social, Jerónimo de Sousa acusou o Governo e o PSD de imporem injustiças e sacrifícios aos trabalhadores e ao povo, agravando o desemprego, a precariedade, a pobreza e entregando aos grupos económicos os lucros, os milhões de benefícios fiscais e o banquete das privatizações.

Link para as fotos

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Sun, Apr. 11th, 2010, 01:17 pm
25 de Abril na Reboleira

Serei só eu que acho peculiar esta maneira de comemorar o 25 de Abril na Reboleira?

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Fri, Mar. 12th, 2010, 03:17 pm
Dizer a verdade tem consequencias…

Willy Toledo, famoso actor espanhol, decidiu dizer o que achava sobre a morte de Orlando Zapata ( http://www.youtube.com/watch?v=zJ_2i3K4eUI ) e que ganhou com isso? Uma gigantesca campanha de ridicularização nos media espanhois – tudo porque contrariou a “verdade oficial” – Orlando era um preso de delito comum, preso por motivos que o teriam colocado na prisão em qualquer pais do mundo, e não por motivos politicos!

Willy Toledo agradece agora a todos quantos o tem apoiado contra esta gigantesca campanha – vale sinceramente a pena ver as declarações de Willy assim como a carta aberta que agora escreve.

Cada día somos más y no nos van a parar

En esos días los marines ya andaban tomando posiciones en Haití, el pueblo afgano enterraba a sus muertos tras la última masacre cometida sin querer en nombre de su libertad y su dignidad, la mayor fosa común encontrada en América, con dos mil cadáveres descuartizados, se sellaba en Colombia con tierra nueva y censura antigua protegiendo a los responsables de cavar el agujero.

El periódico Egunkaria seguía secuestrado y sus trabajadores periodistas (que no empleados, como se lleva ahora) silenciados; un palestino miembro de Hamás fue asesinado fuera de su tierra por un grupo de sicarios en nombre de Israel con pasaportes (pasaporte físico, del otro también) de distintas democracias europeas escrupulosas defensoras de los derechos humanos.

El cincuenta por ciento de la riqueza mundial seguía en manos de las cien familias más poderosas del planeta y Tony Blair, José María Aznar, George Bush, el grande y el chico, y Javier Solana disfrutaban de todos los respetos y beneficios obtenidos en pago por sus crímenes de guerra.

En fin, abreviando que me voy, los banqueros seguían en la calle y los políticos que nos mienten y los jueces para la democracia que los protegen (a políticos y banqueros) andaban entretenidos en sepultar para siempre -para que no queden dudas de que nunca existió, por si acaso se repite- la Memoria Histórica; la Memoria Histórica del pueblo aplastado, claro, no la memoria histórica de esa democracia que nos dejó a modo de advertencia, impuesto por las urnas y bajo las armas, a un rey que guarda consigo las llaves que cierran el paso a la sepultura del pasado que esconde la brutal y dura verdad; y una vez en faena, aprovechan para enterrar también al juez ambiguo que, no hay que olvidarlo, ha ilegalizado partidos políticos demasiado incómodos y respaldados por parte de la población, emprendiendo en casa el equivalente patrio de la guerra global contra el terrorismo que se ha dado en llamar el “entorno de ETA”, una guerra que recurre también al método de la tortura y que, dicho sea de paso, no sólo este “entorno” parece sufrir.

Si se puede ir a más, siempre hay alguien que se anima. Todo discurría bajo la extraordinaria placidez descrita (que algunos recuerdan que se vivía ya desde cuarenta años antes de la muerte, como la vida demasiado plácida para mi gusto, del dictador), cuando un ciudadano, con más acceso a los micros de lo que sería deseable y un pensamiento compartido por millones a quienes creían totalmente silenciados y neutralizados, empieza a ocupar un espacio extrañamente no ocupado por todo lo anterior. ¿Por qué? Porque se atreve a declarar a los periodistas presentes, ante los micrófonos y las cámaras de televisión, que los señores y señoras que les pagan y que les contrataron, no hace falta decirlo, obligándoles a aceptar las consecuencias que tendría cualquier cuestionamiento de la versión oficial obligatoria, por un interés económico pero sobre todo ideológico basado en el miedo nervioso a que se sepa y se contagie la verdad, manipulan, simplifican y mienten abiertamente sobre todo lo que tenga que ver con Cuba y su derecho irrenunciable a la determinación frente a la apisonadora del sistema financiero demócrata-fundamentalista del capital; y además les comunica que, a pesar de su voluntariosa y bienintencionada pero equivocada información, la persona por la que le preguntan no es un preso político, sino que estaba en la cárcel por delitos comunes.

Cuba. ¿Qué pasa con cuba? Algo importante y peligroso encuentran en que llegue sin la censura que ellos ejercen, y de la que acusan al gobierno cubano, el ejemplo imperfecto pero en tantas cosas válido de su Revolución. Empiezan las hostias. Esto no se puede permitir. Los medios de comunicación que utilizan las ondas y las imprentas, otorgadas a dedo las primeras a precios multimillonarios para mantener la mentira que les permitirá conservar sus privilegios abriendo y abriéndoles las puertas del poder y al poder de los bancos y los Parlamentos, deciden que ya está bien. Comienza la caza, no sólo del ciudadano en cuestión, sino, para dar una lección ejemplarizante, de todo aquél que ose informarse, formarse una opinión y rebatir por fin la corriente avasalladora de la posición única de toda persona que quiera ser digna de que la consideren una persona de bien. De pertenecer, como ellos dicen, al mundo libre. Ese ciudadano soy yo, y esos que deberíais tomar nota de mi ejemplo y no volver a intentarlo jamás sois vosotras y vosotros.

Ya estuve en otras, difíciles pero gratificantes; en algunas se consiguió la victoria, en otras todavía no, estaré en más batallas, pero ésta ha sido distinta. Dicen algunos que porque me la comí solo, negaban la posibilidad de cualquier apoyo. Las primeras horas lograron convencerme de que era así. Enseguida confirmé lo que a pesar del bombardeo, método preferido en cualquiera de sus significados por todos los arriba mencionados, que éramos muchos y muchas a los que trataban de pisotear y amedrentar. En el fondo ya lo sabía, y por eso escribo esta carta. Para mostrarme emocionado, fortalecido y conmovido al ver aquí, en estas paginas y en muchas otras de este territorio y de muchos otros, que la gente envía mensajes que demuestran que cada día somos más, que no nos van a parar y que está a punto de caérseles el montaje.

De ahí sale la reacción que conocen y utilizan mejor cuando sienten que el pueblo sabe de qué van y que ya no está dispuesto a callar: la violencia. Hoy leí que España alcanza estos días el récord en número de fuerzas de seguridad, de fuerzas todas bien armadas para la represión. Sabiendo que España es uno de los países europeos con menor índice de criminalidad y que aun así es, de todos, el que tiene el mayor número de población entre rejas, algunos cumpliendo en la práctica una cadena perpetua de momento ilegal en nuestro país; esa gigantesca cantidad de “cuerpos y fuerzas de seguridad del Estado”, tengamos por seguro, se debe a que no tienen ninguna confianza en la seguridad del sistema. Tienen que estar preparados para lo que saben que llegará. Sigamos adelante, sin desfallecer, este absolutismo demócrata que intentan hacernos tragar, tratando de negarnos la posibilidad de masticar para que no seamos capaces de saborear diciéndonos que no hay nada más que probar -bonita rima me ha salido aquí- se lo vamos a vomitar.

Queremos libertad. En estos días de pérdida definitiva de mi virginidad, abrumado por el poder ya conocido del poder, he aprendido muchas más lenguas que el latín. Lo hice lo mejor que pude. También cuando lo hice fatal. Quizás aprendí más sobre todo cuando lo hice fatal. Sé bien que había ojos y bocas (bocotas dijo alguno) sin el altavoz que se me ofrece a mí, pendientes de escuchar lo que ellos y ellas quisieran decir; sé que en algunos momentos les decepcioné. Sabed que también me decepcioné a mí mismo, pero tengo en cuenta -tenedlo en cuenta vosotros también- que sólo soy un ciudadano al que se le vino encima, como una apisonadora, lo que yo sentí como una responsabilidad para con todas las personas que sienten, como yo, que hay que responder a esta gente, que cuando nos dejan no podemos perder la rara oportunidad. Aun así, la presión y la obligación de utilizar los métodos que se me presentan para defenderme a mí y a todos los que caminamos de la mano en esta lucha por reivindicar, como dice Eric Fromm, no las leyes del hombre sino las leyes de la humanidad, me llevaron, sobre todo en una lamentable pero instructiva ocasión, a decir cosas que, puesto que no pienso, nunca debí decir. Tienen perfeccionada la máquina, que no les suele fallar, de infundir mediante la calumnia, la avalancha sin dar tiempo a respirar, sin escrúpulos, el mensaje falso de nuestra presunta soledad, el miedo que están seguros nos va a paralizar.

Yo, que ya he tomado nota, estaré en adelante más atento. Es importante para mí, como creo que es importante para todos, la tribuna que se me ofrece, lo que pueda pensar la gente que está leyendo esto. Estoy ahí, con toda esta gente, como uno más. Tengo el altavoz, hasta nueva orden que temo y sé que pronto llegará como muchos ya han comprobado en sus carnes, y hasta entonces espero saber aprovecharlo.

Gracias de nuevo a todas y todos. Gracias por pelear. Gracias a la gente que admiro y que contribuye con su trabajo y su generosa solidaridad a que nos podamos informar desde un prisma más cercano a la realidad y que dijeron cosas en mi defensa, en nuestra defensa, que de verdad consiguieron emocionarme. Gracias a Julián y Alberto por su tiempo, solidaridad y comprensión al ayudarme tanto con las palabras que quería decir pero no pude o no supe escribir. Gracias a mi compañero antiguo, aunque tan esporádico, Carlo Frabetti, a Pascual, a Belén, a Santiago y a Carlos por ser los primeros en hacerme ver que no estaba solo, por ser mis compañeros nuevos. Gracias a todas. Gracias a todos. Por la poesía. Por maldecir la poesía concebida como un lujo cultural por los neutrales que lavándose las manos se desentienden y evaden, por maldecir la poesía de quien no toma partido hasta mancharse. Gracias a los muchos y muchas que enviaron sus mensajes de solidaridad con los que me recordaron de nuevo de qué lado quiero estar.

(texto copiado de rebelion.org com base na licença Creative Commons em que foi escrito originalmente)

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Wed, Feb. 24th, 2010, 08:24 pm
Assim vai o Jardim no meio do mar plantado…

Já em 2008, no programa Biosfera da RTP2 se tinha chamado a atenção para a falta de cuidados do governo regional e autarquias para a falta de cuidado no ordenamento do território.

http://www.youtube.com/watch?v=aTf0h3nobAs

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